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A si mesmo, assim mesmo.
Fugindo a todos os padrões gramaticais e visto só por quem sabe que o amor é imperfeito, amorasimesmo apresenta uma certa ambigüidade: Amor a si mesmo, a interpretação coerente, um amor próprio e intenso. Amor a si próprio, a vida e ao tempo vivido. Amor assim mesmo, a forma singular do amor, retratos de encontros e despedidas, canções que tocam o coração, comportamentos diante das situações da vida. Amor é assim mesmo, imperfeito e permite-me errar gramaticalmente. Amor a si mesmo
No meu mundo criado, escrevo ao vento para que somente pássaros, borboletas e um beija-flor consiga entender minhas escritas, meus delírios...Retrato meus momentos, com um grito de liberdade e respiro fundo como se o oxigênio entrasse profundamente em meus pulmões, abro meus braços e fecho meus olhos, para que a vida se intensifique. Procuro cuidar do meu coração, das pessoas que amo verdadeiramente... Tento levar a vida de forma mais tranqüila, para que eu não sofra um derrame sentimental. Acredito no amor, mas este ainda não chegou em minha vida! Nunca amei ninguém! E isso não me torna a pessoa mais insensível do mundo. Pois o amor esta aqui, guardado e reservado! Por isso digo: “Amo o amor sem nunca Ter amado” 

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Terça-feira, Outubro 20, 2009

De volta às escritas, pois só aqui podemos revelar o lado oculto de nosso pensamento.
E quem não guarda as coisas pra si?
Quem não tem desejos, promiscuidades e vontades absurdas que se disessem, ha, nossa, nem sei o que seria...se dissessem em dois, em um...gosto daqui pelo erro, por verificar meu ato falho, por poder visualizar minha obra prima, sem corrigi-la, nua e crua, do jeito que quero estar.
mais nua que crua, porém ultimamente mais crua que nua. Como os dias tem passado e minhas angústias aumentado. Eu sei agora que não tenho controle de nada, que só estou perdendo controle de algo, que fica meio subentendido, meio às escuras, é disso e nisso que me perco, naquele olhar que me penetra, e me despi só de relança e que causa raiva, ódio e irritação por provocar isso tudo. Dói, meu corpo inteiro dói, minhas costas ficam tensas, meu estômago doido. E eu que fugi do amor bandido, nele me encontro... àquele amor bandido que torce os nervos do coração, que tira o sono, que causa tesão, loucura e coisas inexplicáveis...quanto mais eu fujo, mais piora. aquilo que me provoca, aquilo que me irrita, aquilo que desperta minha libido, aquilo, aquele, bendito sujeito oblíquo, abstrato. o olhos de azeviche, e um personagem de Chico Buarque. últimamente ando puluída de pessoas superficiais e que ligam somente para o aspecto financeiro da coisa, que saudade de mim, da minha loucura, da minha intensidade, daquilo que eu me jogava sem medo, de como eu era quando era adolescente, de como eu me apaixonava perdidamente e criava muitas fantasias e ilusões em cima, porque será que me prometi a vida toda que não seria seca quando me torasse velha e eu me tornasse uma chata, nerds e menina mimada que tenta tudo explicar e teorizar mas que se esqueceu de viver, de viver sem medos, de ter um encontro de almas, de amar muito, se apaixonar demais, aproveitar cada segundo e saber que nao importa o que acontecesse eu nao ia deixar de amar a mim mesma. Eu me quero de volta! Agora...já!

Publicado por CAROL às 11:39 PM






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